Por um trauma sofrido no semestre passado eu tinha muito receio com uma pessoa. Não é cortês e nem convém dizer quem é essa pessoa.
Por uma frase dita numa certa terça-feira, eu achava que não valia o meu respeito ou consideração. “Falou isso de mim? Tá bom, deixa estar...” eu pensava, em misto de mágoa, raiva e vontade de sumir! Mexeu na minha ferida aberta, o jornalismo... A linha é tênue entre me ofender, estimular ou tornar-se meu arquiinimigo.
Seis meses depois, que mais parecem uma vida pelo número experiências e aprendizados, eis que essa pessoa reaparece em minha vida. Desta vez pra me ajudar. Com um sorriso simpático e comentários inteligentes ele simplesmente me sede uma orientação que naquele momento parecia que só dele podia sair. Tudo isso com bom humor e até um certo carinho.
Dessa vez eu saio pensando: “Será que eu entendi porque ele disse isso? Tá bom, deixa estar...”
Cuidado pequenas focas, estejam alertas... As palavras têm contexto, clima, hora, cheiro, algumas tem até gosto e com certeza todas elas fazem sentir. Tudo depende de como é recebida e em que momento.
Um comentário:
Sei do que falas. Por isso, que é bom tentar às vezes não dar tanto crédito a palvras ditas por algumas pessoas. Pq sabe que se for para frente, pode surgir um pouco de raiva e gerar situações complicadas.Bom mesmo é respirar fundo e ter paciência.
Beijos
Postar um comentário