sexta-feira, 11 de julho de 2008

Quem tem Deus como império, no mundo não está sozinho...



No último dia 9 de julho completaram-se 21 anos da minha missão na terra. Como de praxe, eu procuro o sentido de tudo que faço em minha vida, e decidi por fazer uma festa quando assimilei que o verdadeiro significado da comemoração de um aniversário é dividir alegrias, e a gratidão a Deus pela vida de um ser, no caso eu.

Recebi muitas pessoas nessa comemoração. Alguns passam dias a fio comigo, mesmo sem termos o que fazer durante esse tempo. Outras estiveram presentes, mas o contato é mais raro. E tiveram até aqueles não convidados e que tem a graça da minha antipatia e mesmo assim estavam lá.

O som era o que me emociona, as pessoas são as que amo e a noite foi toda perfeita. Eu saí de lá com a certeza do que eu já estava sentindo muita intensamente nos dias anteriores: eu sou muito feliz. Ao ver todas as pessoas no local, celebrando, conversando e sorrindo eu consegui perceber o quanto sou cercada por pessoas maravilhosas. Fiquei me perguntando como em alguns momentos eu me permitir sentir solidão.

Como eu já discursei para alguns amigos: A fase mais feliz de minha vida é essa. Não tenho um emprego no momento e nem um companheiro, mas tenho amigos maravilhosos, uma família que me sustenta, não me deixando sequer vacilar. E me sinto completa e feliz somente com o que tenho hoje: Paz.

Um agradecimento especial aos que fazem a minha vida tão maravilhosa, e à Deus que permite que eu receba tantas graças, mesmo sem merecer muitas vezes.

Como está no título, repito a citação de uma música de Marisa Monte:

“Quem tem Deus como império, no mundo não esta sozinho... Ouvindo sininhos.”


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